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Na fachada lê-se Cabelleireiro. Na Barbearia Campos cortam-se cabelos e fazem-se barbas há mais de 120 anos. No largo do Chiado, a placa resiste aos novos acordos ortográficos e é a única que ainda não sofreu uma remodelação.
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O chão gasto, as cadeiras centenárias, as estantes de madeira e as fotografias antigas, sugerem ao cliente uma viagem no tempo. Os traços mais antigos e as técnicas tradicionais perduram.
Aqui, as navalhas fazem as barbas e as tesouras cortam cabelos. Os preços variam entre os 9€ para fazer a barba, o cabelo por 11.50€ e rapam a cabeça à navalha por 12.50€. Eça de Queirós, Vasco Santana e Almada Negreiros foram clientes da casa, que permanece na mesma família há quatro gerações. Hoje, inúmeros turistas frequentam o espaço que oferece um tratamento personalizado.
A barbearia Campos, uma das mais antigas do país, pode ser considerada um museu. Um espaço, onde os barbeiros prometem contar histórias aos mais curiosos e aos seus clientes. O estabelecimento está aberto todos os dias da semana.
I’m lost in India. I wish.. Mas um dia, fica aqui registada a promessa, estarei a contemplar a magnífica arquitectura do Taj Mahal, situado na cidade de Angra, na Índia. É considerado um dos monumentos mais emblemáticos do mundo e um dos locais turísticos a visitar brevemente, assim eu espero.
No entanto, quem se encontra no centro de Lisboa pode facilmente "viajar" até o Lost In, uma esplanada-bar-miradouro e restaurante com características indianas, localizado na rua D. Pedro V, no número 56 (Príncipe Real).
“Perdidos” nos sentidos, como indica o nome do café, ficámos deslumbrados com a decoração, os coloridos chapéus de sol em pano, as paredes, as cadeiras, os sofás e as mesas em tons vibrantes, como o rosa, azul, roxo e verde. O espaço remete o olhar do visitante para um ambiente desconhecido, mas surpreendemente agradável, exótico e descontraído.
Aspectos positivos: decoração, serviço, ambiente
Aspectos negativos: os preços (mas vale muito a pena visitar esta esplanada)
Como chegar: Autocarro 758, eléctrico, metro baixa-chiado
Namasté!
A estreia no mundo do Geocaching realizou-se espontaneamente. Um grupo de amigos decidiu, sem planear, procurar as famosas geocaches (ou simplesmente caches). Já não era sem tempo! Para quem não conhece esta actividade, o Geocaching consiste numa “caça ao tesouro” ao ar livre, neste caso, uma caça às caches que estão “bem” escondidas por todo o mundo. Há diferentes tipos e tamanhos de cache. A cache típica é uma pequena caixa, fechada e à prova de água que contém o logbook, ou seja, um papel, no qual a pessoa assina o seu nome e a respectiva data em que a encontrou. No exterior do container da cache está indicado que o objecto pertence ao Geocaching. Uma das principais regras é a seguinte: após encontrar uma cache, é necessário colocá-la novamente no mesmo sítio.
O explorador consegue descobrir através das coordenadas de latitude e de longitude fornecidas pelo GPS do smartphone e das dicas da página.

Para obter mais informações ou para se inscreverem deixo aqui o site oficial: http://www.geocaching.com/
Boas aventuras e boas descobertas!